Novembro de 2010
Março de 2011
Mudanças
F



Em seguida: Rock. Que, na verdade, neste contexto deveria ser apenas "música". Mas, vários estilos, e tantas ramificações, que duvido que alguém consiga classificar as músicas atuais em um gênero específico. Agora tem pop rock, rock alternativo, rock progressivo, indie rock, punk rock, country rock, samba rock, soft rock, e tudo quanto é rock. Então o significado de rock acabou um pouco desvirtuado e qualquer coisa tá valendo... pra maioria. Mas o que importa é que música é algo tão surpreendente e emocionante, que nem vale a pena a classificação. O bom é ouvir aquilo que vai além da música e toca lá dentro.
E enfim: Rock in Rio! Junte os dois, e temos um resultado impressionante! E posso dizer porque, no momento que pisei na Cidade do Rock, um sentimento indescritível preencheu o meu ser, e naquele momento eu tive CERTEZA que pisaria ali mais uma outra vez. O palco de proporções gigantescas e design deslumbrante, roda-gigante, bandeiras, quiosques, esguichos de água, tudo em pleno pôr-do-sol, compondo um cenário absolutamente prazeroso e inigualável.
Melhor que isso com certeza foi a performance das bandas que se apresentaram:Frejat chegou surpreendendo a todos com as músicas antigas e conhecidas que todos cantavam; Skank veio com tudo, apostando nos sucessos e na interação com a plateia, movimentando todo o público que girou camisas no ar; Maná, apesar de pouco conhecido e de ter ficado em segundo plano, esforçou-se para cativar a plateia, com sucesso; Maroon 5 animou a galera e mobilizou todos para o dueto de “She Will Be Loved”; e por fim, a mais esperada, Coldplay, não decepcionou com os fogos, o show de luzes, que irradiavam para a plateia, e demais efeitos, além de ter emocionado o público com as clássicas músicas, e animado com os lançamentos e a simpatia de Chris Martin, que além de ter arriscado umas palavras em português, se movimentou com animação pelo palco.

E agora, pra acabar com a depressão pós-show, que venha Rock in Rio 2013!
Nesse feriado fui ao cinema três vezes e não me arrependi (apesar de não ter estudado tanto quanto devia :P). Aí vai a minha opinião sobre os filmes, com o cuidado de não perder a graça para quem ainda quer assistir.
Uma comédia romântica com Sarah Jessica Parker e Hugh Grant sobre um casal divorciado há pouco tempo que após testemunharem um assassinato precisam se isolar para se protegerem. O filme segue o seu gênero com conflitos amorosos, aquela inconstância de reconciliação, separação, reconciliação, até acabar de forma clichê com o casal junto. Lógico, porque se eles não ficassem juntos no final seria mais um drama que uma comédia romântica. Como além do conflito amoroso há também o conflito de se esconder do assassino, o filme acaba sendo um pouco mais interessante que outros do mesmo gênero. Um bom filme para dar umas risadas e se divertir.

Um filme com Robert Pattinson (e eu tenho certeza de 89% das pessoas só assistiram por causa disso) que não decepciona aqueles que gostam de drama. A história, a meu ver, não tem um conflito exatamente definido; é sobre dois adolescentes com vidas perturbadas e marcadas por mortes de entes próximos, que se conhecem de forma inusitada e os problemas que passam com suas famílias. Com enredo interessante e boa atuação, o filme entrete e é muito agradável. A única coisa que realmente me desagradou foi o final. De qualquer forma, recomendo o filme.
SPOILER:No final, quando as coisas parecem se resolver, o protagonista morre no atentado às torres gêmeas ¬¬. Me pareceu que todo o filme foi feito para você se surpreender no final, ter pena dos americanos e pensar: nossa, olha toda a tragédia que o atentado trouxe a eles... Além do que, não foi alguma coisa que encaixou perfeitamente no filme, pelo menos eu não vi muito sentido.
Filme de animação da Dreamworks sobre uma aldeia Viking que trava guerras constantes com dragões até que Soluço, um menino sem jeito para ser um guerreiro como os demais, descobre que os dragões podem não ser os vilões da história. A trama é muito legal e surpreendente, além do filme ser muito fofo. Achei que assistir em 3D vale a pena, pois deixa o filme muito mais real e é como se você estivesse dentro dele, além de ter umas partes bem elaboradas. Não tem muito o que dizer: assistam!